Nicarágua

Lagos, vulcões, montanhas e mar pintam este país da América Central, a Nicarágua (1821). As montanhas dominam o Norte do país e acompanham a faixa ocidental, com saída para o Pacífico. Grande parte do território é feito de selva e paisagens onde se cultivam vários produtos, dado que a agricultura é uma das atividades principais do país, também alvo do turismo internacional, graças em parte à costa do Pacífico, a Oeste, e à do Mar do Caribe, a Este.
Começando pela costa do Pacífico, há uma rota a não perder, a denominada ?Povos Brancos?, que começa em Manágua, a capital do país, e termina em Granada, a cidade mais visitada do país. A capital da Nicarágua está rodeada de lagoas vulcânicas mas é o Lago Manágua que mais impacto tem na paisagem. A Praça da Revolução, a Velha e a Nova Catedral, o Parque Central e o Palácio Nacional são algumas atrações da cidade.
Um pouco para Norte, encontramos León, a primeira capital do país. Templos, bairros coloniais e mercados de artesanato fazem as delícias dos turistas, que não deixam de visitar a Catedral Metropolitana, a maior da América Central. Aqui encontramos ainda sítios classificados pela UNESCO, a Catedral, obra do arquiteto Diego Esquivel, que mostra a transição entre o estilo barroco e o neoclássico, e as Ruínas da Antiga León, apenas com 25% a descoberto. As ruínas resultam de um terramoto no século XVII e foram descobertas apenas em 1960.
Nova paragem, desta vez em Masaya, a ?cidade das flores?, onde se destacam o mercado, os bairros indígenas e o Parque Nacional do Vulcão Masaya, com uma cratera de rara beleza. Não muito longe encontra-se Granada, principal destino turístico. Os edifícios coloniais bem conservados, a Praça Central, as igrejas neoclássicas, a Casa dos Mundos ou o Monumento a Hernández Córdoba fazem da cidade um local imperdível. Em frente, avistam-se As Ilhotas, arquipélago resultante da erupção do Mochambo. A Sul da cidade, mais um ponto de paragem, Rivas. Já no Lago, mais um destino de eleição, a Ilha Omete, chamada de ?Duas Montanhas?, por serem dois vulcões gémeos, o Concepción e o Madeira. A Norte, mais uma ilha, Zapatera, que conserva um Parque Natural e um povoado indígena. As ilhas são, de facto, um dos grandes atrativos do país. O arquipélago de Solentiname, no Sul do lago, é facilmente acedido por barco a partir de São Carlos. São 36 ilhas, habitadas por poetas e outros artistas do país. Com uma fauna e uma flora silvestres, o arquipélago inclui a maravilhosa Reserva Natural de Os Guatuzos.
Junto ao Pacífico ficam belas praias, ideais à prática do mergulho, das quais se destacam Montelimar, Puchomil, Masachapa, Casares, Boquita, Huahuete e a região de São João do Sul. Atravessando o país, na horizontal, chegamos às não menos agradáveis praias do Caribe, recheadas de palmeiras e pintadas de azul-turquesa. São João do Norte é um dos locais mais visitados e, deste ponto, é possível, navegar até às ruínas do Castelo da Imaculada Conceição. Bluefields é a cidade mais importante da região, tocada pelos ritmos do caribe. Daqui podemos aceder às Ilhas Corn, onde se podem apreciar os coloridos corais ou um galeão afundado, ou as Ilhas de Maíz (a Norte). Mais a Norte ainda paragem obrigatória em Laguna de Pérolas e Porto Cabeças. 
Das praias para as montanhas a Norte, vale a pena destacar os cumes de Jinotega, rodeado de pinheiros e plantações de café. Matagalpa e Esteli são as cidades mais importantes neste país que tem água no nome e nela a sua maior riqueza também.

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Área: 129.494 km²

População: 5.465.100

Capital: Manágua (973.087)

Per capita (US$): 3.325

Língua: Espanhol

Religião: Cristianismo